Joaquim Monchique está fantástico no papel de Júlio de Matos "um homem desempregado que sofre uma crise de comunicação com o mundo e passa a
falar sozinho". Melancólico, sarcástico, espiritual, cómico, dramático, emocionante aos extremos a ponto de nos conduzir, em segundos , de uma gargalhada a um silêncio sepulcral levando-nos a pensar quanto do Júlio de Matos teremos dentro de nós.
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